20 julho 2009
12 julho 2009
New Chapter
O silêncio solta o grito do escuro, luz que irrompe compreensão. Do fundo da dor, ergo o recomeço e outra meta, o retomar do olhar brilhante daquela primeira vez. Ao amor restará o avesso da vida, entre o forro, onde andará sempre próximo. Do calor do teu corpo brotarei frio, não frieza, com o qual me arrefecerei de ti. O sonho, esse, virá ancorado a uma amizade especial que agora aceito, sem qualquer pesar ou custo. Com o medo erigirei coragem e, conforme a lua, circundar-te-ei até um dia, aquele em que tudo voltará a fazer sentido.
06 julho 2009
Fundo Do Poço
O fundo é o melhor lugar do poço para se tomar impulso.
(Eduardo Marinho)

(Eduardo Marinho)

All I know is that you're so nice, you're the nicest thing I've seen.
I wish that we could give it a go, see if we could be something.
I wish I was your favourite [boy].
I wish you thought I was the reason you are in the world.
I wish my smile was your favourite kind of smile.
I wish the way that I dressed was your favourite kind of style.
I wish you couldn't figure me out, but you always wanna know what I was about.
I wish you'd hold my hand when I was upset.
I wish you'd never forget the look on my face when we first met.
I wish you had a favourite beauty spot that you loved secretly, 'cause it was on a hidden bit that nobody else could see.
Basically, I wish that you loved me, I wish that you needed me.
I wish that you knew when I said two sugars, actually I meant three.
I wish that without me your heart would break.
I wish that without me you'd be spending the rest of your nights awake.
I wish that without me you couldn't eat.
I wish I was the last thing on your mind before you went to sleep.
Look, all I know is that you're the nicest thing I've ever seen and I wish that we could see if we could be something.
Yeah, I wish that we could see if we could be something.
(Kate Nash)
I wish that we could give it a go, see if we could be something.
I wish I was your favourite [boy].
I wish you thought I was the reason you are in the world.
I wish my smile was your favourite kind of smile.
I wish the way that I dressed was your favourite kind of style.
I wish you couldn't figure me out, but you always wanna know what I was about.
I wish you'd hold my hand when I was upset.
I wish you'd never forget the look on my face when we first met.
I wish you had a favourite beauty spot that you loved secretly, 'cause it was on a hidden bit that nobody else could see.
Basically, I wish that you loved me, I wish that you needed me.
I wish that you knew when I said two sugars, actually I meant three.
I wish that without me your heart would break.
I wish that without me you'd be spending the rest of your nights awake.
I wish that without me you couldn't eat.
I wish I was the last thing on your mind before you went to sleep.
Look, all I know is that you're the nicest thing I've ever seen and I wish that we could see if we could be something.
Yeah, I wish that we could see if we could be something.
(Kate Nash)
25 junho 2009
Chardron
Sempre gostei de livrarias e bibliotecas. Sei que podia ser feliz a viver nelas, a viver todas as vidas dentro dos livros, a devorá-las, a deixar que elas devorassem a minha alma. Pelo menos era o que pensava antes de te conhecer. Agora, tudo o que vejo, vejo-o em ti. Dou por mim a folhear um qualquer livro à espera que ele me diga algo de ti. Dou por mim a tentar mostrar-te tudo o que me preenche os pensamentos. E dou por ti cada vez mais longe.
A asfixia de não saber onde levar os meus passos daqui para a frente é ainda maior por saber que não os levarei até ti.
Não sei escrever por estruturas. Sei, mas não quero.
Não é assim que me sinto, e não vale a pena escrever se não for para despejar a nossa realidade. Egocentrismo amarelado, talvez.
A minha irmã disse-me um dia que ninguém escreve apenas para si mesmo, eu disse-lhe que isso era mentira, que há escritos tão secretos como pensamentos clandestinos, ela porém respondeu que, se são apenas pensamentos, devem ficar voláteis na mente, e não no papel.
Continuo a não acreditar nela, mas sei agora que tudo o que escrevo é para ti, meu querido.
Para que mesmo que um dia te esqueça, te volte a encontrar nas minhas próprias palavras.
(Rosário Pinheiro)
A asfixia de não saber onde levar os meus passos daqui para a frente é ainda maior por saber que não os levarei até ti.
Não sei escrever por estruturas. Sei, mas não quero.
Não é assim que me sinto, e não vale a pena escrever se não for para despejar a nossa realidade. Egocentrismo amarelado, talvez.
A minha irmã disse-me um dia que ninguém escreve apenas para si mesmo, eu disse-lhe que isso era mentira, que há escritos tão secretos como pensamentos clandestinos, ela porém respondeu que, se são apenas pensamentos, devem ficar voláteis na mente, e não no papel.
Continuo a não acreditar nela, mas sei agora que tudo o que escrevo é para ti, meu querido.
Para que mesmo que um dia te esqueça, te volte a encontrar nas minhas próprias palavras.
(Rosário Pinheiro)

23 junho 2009
Body's A Temple
One of the things I had to learn to do is to embrace this body that I have and be grateful for what this body has given me. God blessed me and this body. I mean, I could weep right now thinking about the love and appreciation I have for this body. For that, I am truly grateful.
(Oprah Winfrey)
(Oprah Winfrey)

Mais de duas décadas, corpo a corpo, a indagar-te a anatomia, a fixar-te a consciência, a cimentar-te a fundação e a reerguer-te a estrutura. Imperfeita, concreta, única, inesquecível.
Obrigado por me recordares. Sobretudo recordares. Pelas lembranças e pensamentos, por nunca o esqueceres. Pelo medo de o sentir cada vez mais longe e cada vez mais outro. Por, nos instantes de angústia, me afagares nos meus próprios braços.
Por me grisares o cabelo, pela preocupação e desespero. Por me mirares, perfumares e beijares cada milímetro de mim. Por me acariciares o rosto na lágrima doce que não me exorciza. Por me cravares a personalidade com as unhas. Por me eriçares a pele à sua voz e me arrepiares com o seu toque.
Obrigado pelo vigor de tal músculo, batimento do coração que te negaste a findar. Pelo aroma da respiração numa réstia de ar.
Por marchares e escalares tanta mudança e contemplares o céu isolado. Em busca de um sol maior. E uma imensa saudade. Obrigado por me aluares cada caminho.
Por me apagares e corrigires quando me cerras os olhos para repousar.
Obrigado por, mesmo assim, não te separares de mim. Mesmo se o amo mais, se o amo melhor, se o amo sem te controlar. Serás sempre meu (será sempre teu).
Obrigado por me recordares. Sobretudo recordares. Pelas lembranças e pensamentos, por nunca o esqueceres. Pelo medo de o sentir cada vez mais longe e cada vez mais outro. Por, nos instantes de angústia, me afagares nos meus próprios braços.
Por me grisares o cabelo, pela preocupação e desespero. Por me mirares, perfumares e beijares cada milímetro de mim. Por me acariciares o rosto na lágrima doce que não me exorciza. Por me cravares a personalidade com as unhas. Por me eriçares a pele à sua voz e me arrepiares com o seu toque.
Obrigado pelo vigor de tal músculo, batimento do coração que te negaste a findar. Pelo aroma da respiração numa réstia de ar.
Por marchares e escalares tanta mudança e contemplares o céu isolado. Em busca de um sol maior. E uma imensa saudade. Obrigado por me aluares cada caminho.
Por me apagares e corrigires quando me cerras os olhos para repousar.
Obrigado por, mesmo assim, não te separares de mim. Mesmo se o amo mais, se o amo melhor, se o amo sem te controlar. Serás sempre meu (será sempre teu).
25 maio 2009
Take Me As I Am
The contest is a lion fight. So chin up, put your shoulders back, walk proud, strut a little. Don't lick your wounds. Celebrate. The scars you bear are the sign of a competitor. You're in a lion's fight, Stevens. Just because you didn't win doesn't mean you don't know how to roar.
(Dr. Richard Webber, Grey's Anatomy)
(Dr. Richard Webber, Grey's Anatomy)
21 maio 2009
21 abril 2009
Veneno Cura

As personagens cruzam-se, marcando-se mutuamente, sem remédio. Envenenam-se, curam-se. Têm fome do outro, tiram tudo e dão tudo. Estão no limite do amor. O amor absoluto. E, apesar do escuro, vê-se o néon brilhar. Há qualquer coisa no amanhecer que impõe a esperança. Num presente assim excessivo, aparentemente indiferente ao futuro, deposita-se a certeza da cura.
(Raquel Freire)
(Raquel Freire)
09 abril 2009
02 abril 2009
Nothing But Love
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